ACESSIBILIDADE, UM ASSUNTO ESSENCIAL PARA FUTUROS ENGENHEIROS

Alexsander A. Dybas

Aluno do Curso de Engenharia Civil UniBrasil

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Nos dias atuais, as questões de acessibilidade ganham muito mais atenção nos cursos de engenharia civil. Com a Norma NBR9050, os projetos devem prever pisos táteis, sinalização vertical, rampas, dentre outros dispositivos que visam auxiliar os Portadores de Necessidades Especiais para um vida com mais qualidade, porém, ao circular na nossa própria cidade de Curitiba, “A cidade modelo”, percebe-se que a teoria de sala de aula ainda não está presente na vida cotidiana. São inúmeros obstáculos como calçadas com buracos, ausência de rapas, falta de sinalização, etc. Esse é o cenário de Curitiba e da grande maioria das cidades do país que transformam o simples ato de ir e vim uma tarefa bastante difícil para quem possui algum tipo de deficiência ou redução de mobilidade.

Existe uma Constituição federal em forma de lei, que garante a qualquer cidadão, seja ele com deficiência ou não, o direito de acesso, seja em ambientes públicos ou privados.
A lei garante esse acesso, porém, em muitos espaços que deveriam ser exemplo, como os órgãos públicos, a acessibilidade foi deixada de lado. Além disso existe um grande número de prédios que não possuem acessórios básico de acesso, como exemplos elevadores ou rampas, e em alguns casos, quando há, não seguem as normas técnicas.

Como futuros engenheiros, devemos lutar contra os métodos antigos nos quais a acessibilidade foi ignorada ou então não teve sua devida importância.

São muitos fatores que levam uma pessoa a ter deficiência ou dificuldade, como: acidentes, idade, doenças, gravidez etc. Todos estamos propícios a esses casos.

“Um engenheiro não vê o mundo, ele o muda!”

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