Arquivos da categoria: Desafio

Vocabulário: mobiliários

De acordo com a NBR9050, o conjunto de objetos existentes nas vias e nos espaços públicos, superpostos ou adicionados aos elementos de urbanização ou de edificação, são chamados de mobiliários.

São exemplos de mobiliários: semáforos, postes de sinalização e similares, terminais e pontos de acesso coletivo às telecomunicações, fontes de água, lixeiras, toldos, marquises, bancos, quiosques e quaisquer outros de natureza análoga.

Mobiliários em rotas acessíveis, com altura entre 0,60 m até 2,10 m do piso, podem representar riscos para pessoas com deficiências visuais, caso tenham saliências com mais de 0,10 m de profundidade.

Quando da impossibilidade de um mobiliário ser instalado fora da rota acessível, ele deve ser projetado com diferença mínima em valor de reflexão da luz (LRV) de 30 pontos, em relação ao plano de fundo, conforme definido em norma, e ser detectável com bengala longa.

Equipes Jornada Acadêmica 2016/2

Equipe 01 – manhã – ponto de encontro: Sala 99 – Bloco 4

Equipe 02 – manhã – ponto de encontro: Sala 100 – Bloco 4

Equipe 03 – manhã – ponto de encontro: Sala 101 – Bloco 4

Equipe 04 – noite – ponto de encontro: Sala 92 – Bloco 4

Equipe 05 – noite – ponto de encontro: Sala 93 – Bloco 4

Equipe 06 – noite – ponto de encontro: sala 36 – Bloco 03

Equipe 07 – noite – ponto de encontro: Sala 99 – Bloco 4

Equipe 08 – noite – ponto de encontro: Sala 100 – Bloco 4

Equipe 09 – noite – ponto de encontro: Sala 101 – Bloco 4

Equipe 10 – noite – ponto de encontro: Sala 102 – Bloco 4

 

 

Vocabulário: piso tátil

Piso tátil é o piso caracterizado por textura e cor contrastantes em relação ao piso adjacente, destinado a constituir alerta ou linha-guia, servindo de orientação, principalmente, às pessoas com deficiência visual ou baixa visão. São de dois tipos: piso tátil de alerta e piso tátil direcional.

Figura 1

piso1

Figura 2

piso2

Figura 3

piso3

Vocabulário: Calçadas

Calçada é a parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário, sinalização, vegetação, placas de sinalização e outros fins.

A calçada ideal deve oferecer:

  • Acessibilidade – assegurar a completa mobilidade dos usuários.
  • Largura adequada – deve atender as dimensões mínimas na faixa livre.
  • Fluidez – os pedestres devem conseguir andar a velocidade constante.
  • Continuidade – piso liso e antiderrapante, mesmo quando molhado, quase horizontal, com declividade transversal para escoamento de águas pluviais de não mais de 3%.
  • Não devem existir obstáculos dentro do espaço livre ocupado pelos pedestres.
  • Segurança – não oferece aos pedestres nenhum perigo de queda ou tropeço.
  • Espaço de socialização – deve oferecer espaços de encontro entre as pessoas para a interação social na área pública.
  • Desenho da paisagem – propiciar climas agradáveis que contribuam para o conforto visual do usuário.

Para garantir acessibilidade e segurança nas calçadas, devem-se considerar os seguintes aspectos:

  • Pisos e texturas;
  • Área de circulação livre – passeio;
  • Área de implantação de equipamentos e mobiliários urbanos;
  • Guias rebaixadas para pedestres;
  • Guias rebaixadas para veículos;
  • Sinalização e comunicação.

Artigos indicados:

Acessível: são considerados acessíveis, conforme NBR9050, espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edifcações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias ou elemento que possam ser alcançados, acionados, utilizados e vivenciados por qualquer pessoa.

ATIVIDADES DA OFICINA DE ACESSIBILIDADE

 

Já conhece a norma de Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos? Então acesse: ABNT NBR9050.

 

ATIVIDADES DA OFICINA DE ACESSIBILIDADE

Quinta-feira, 20/10/2016

Manhã – 10h00

Noite – 21h00

  1. Análise em área designada pela Comissão de Acessibilidade (com fotos). Para saber qual área foi designada para qual equipe, acesse EQUIPES.
  2. Responder as seguintes perguntas:

Sexta-feira, 21/10/2016

Manhã – 8h00

Noite – 19h00

  1. As equipes devem propor ações de melhoria para os itens analisados (apresentação). O arquivo da apresentação pode ser obtido na página da PROPPEX em “COMUNICAÇÕES CIENTÍFICAS (para docentes e alunos da graduação e pós-graduação). (Modelo de Apresentação .ppt)

Manhã – 10h00

Noite – 21h00

  1. As equipes devem apresentar o trabalho em power point.

Prêmio Sanepar

Prêmio nacional distribui R$ 75 mil para pesquisas sobre energia e saneamento

Texto enviado pela Assessoria de Imprensa da Sanepar

saneparlogo

 

Sanepar quer estimular a busca por soluções sustentáveis para o principal insumo do setor: a energia elétrica

Estudantes de graduação, especialização, mestrado ou doutorado que tenham desenvolvido pesquisa sobre eficiência energética no saneamento podem concorrer aos R$ 75 mil do Prêmio Sanepar de Tecnologias Sustentáveis (PSTS). As inscrições vão até 15 de junho e devem ser feitas pelo site: http://premio.sanepar.com.br

Serão premiados os seis melhores trabalhos acadêmicos com valores em dinheiro e com a publicação de um livro, previsto para ser lançado em 2017. O Prêmio está em sua primeira edição e é promovido pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Segundo o presidente da Sanepar, Mounir Chaowiche, a empresa pretende estimular a pesquisa na área e encontrar soluções sustentáveis para a conservação, a racionalização e a produção de energia, um dos principais insumos do setor de saneamento.

“De modo geral, todas as empresas de saneamento possuem instalações que demandam alto consumo de energia, o que gera muitos custos. Portanto, esse prêmio, que busca soluções sustentáveis para a relação energia e saneamento pode ajudar todo o setor”, diz Chaowiche. Ele informou que a Sanepar, com cerca de 11 milhões de clientes, consumiu 682,9 gigawatts-hora (GWh) de energia elétrica em 2014 a um custo de R$ 206 milhões. Em 2015, o consumo de energia foi de 676,7 GWh, mas a Sanepar pagou R$ 390,8 milhões, 89% a mais do que no ano anterior.

O diretor de Meio Ambiente da Sanepar, Glauco Requião, explica que a discussão atual sobre a questão enérgica se deve às incertezas sobre sua disponibilidade e devido aos significativos aumentos tarifários. “É imprescindível pensar em ações que reduzam impactos ambientais, que minimizem emissões de gases de efeito estufa e que permitam um uso mais inteligente dos recursos financeiros pelas companhias de saneamento”, explica.

PRÊMIO – As inscrições estão abertas em duas categorias: uma para graduação e especialização e outra para alunos de mestrado e doutorado. Os resultados finais serão conhecidos em 23 de janeiro de 2017, quando a Sanepar comemora 54 anos de fundação.