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Curso de Nivelamento em Matemática Básica – 2014/2

Começa neste sábado, 16/08, a partir das 8h00, o curso de nivelamento em Matemática Básica, ministrado pelo professor Márcio Bittencourt.

A importância deste nivelamento para os alunos que possuem dificuldade em entender a matemática é enorme. Disciplinas como Cálculo Diferencial e Integral, Geometria Analítica e Física vão exigir este conceitos desde o primeiro dia de aula.

Durante 4 sábados, distribuídos ao longo deste segundo semestre de 2014, os alunos poderão rever assuntos como potenciação, radiciação e equações, tão essenciais para o andamento do curso de engenharia civil.

Não perca esta oportunidade. O curso é gratuito e ainda vale como atividade complementar.

Os tópicos que serão abordados no curso são:

16/08/2014
Operações com frações e números decimais
Cálculo do valor de expressões numéricas
Potenciação
Radiciação

20/09/2014
Valor numérico de expressões algébricas
Produtos notáveis
Fatoração
Simplificação

11/10/2014
Operações com expressões algébricas
Equações do 1º grau
Inequações do 1º grau
Sistemas de equações do 1º grau

22/11/2014
Porcentagem
Equações do 2º grau
Inequações do 2º grau
Sinal do trinômio do 2º grau

Faça já sua inscrição através do e-mail: angelaraposa@unibrasil.com.br

Não esqueça de colocar no e-mail seu nome completo, número de matrícula (registro acadêmico) e o nome do curso que você deseja assistir, neste caso, matemática básica.

A UniBrasil ainda oferece nivelamento em Língua Portuguesa e Química.

806CIV – História da Técnica, da Tecnologia e da Indústria I

DISCIPLINA 806CIV

CARGA HORÁRIA: 40h

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BIBLIOGRAFIA

Bibliografia básica:

GOMES, Angela de Castro (Coord). Engenheiros e Economistas: novas elites burocráticas. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1994.

MORAES, José carlos T. B. (Org.) 500 anos de Engenharia no Brasil. São Paulo: EDUSP, 2006.

VARGAS, Milton (Org). História da Técnica e da Tecnologia no Brasil. São Paulo: Ed. UNESP/CEETEPS, 1994.

 Bibliografia complementar:

ADDIS, Bill. Edificação: 3000 anos de projeto, engenharia e construção. Tradução de Alexandre Salvaterra. Porto Alegre: Bookman, 2009. 639 p., il., 24 cm. ISBN 9788577803637.

DINIZ, Eli; BOSCHI, Renato R. A difícil rota do desenvolvimento: empresários e a agenda pós-neoliberal. 1. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2007. 185 p., 22cm. ISBN 9788570416162.

LUZ, Nícia Vilela. A luta pela industrialização do Brasil. 3. ed. São Paulo: Alfa-Omega, 2004. 224 p., 21cm. (Biblioteca Alfa-Omega de Cultura Universal; v. 3. Esta américa). ISBN 8529500431.

MOTOYAMA, Shozo (Org.). Prelúdio para uma história: ciência e tecnologia no Brasil. Colaboração de Marilda Nagamini, Francisco Assis de Queiroz, Milton Vargas. 1. ed. São Paulo: EDUSP, 2004. 518 p., il., 24cm. ISBN 8531407974.

SILVEIRA, Márcio Rogério. Estradas de ferro no Brasil: das primeiras construções às parcerias público-privadas. Rio de Janeiro: Interciência, 2007. 204p., 25 cm. ISBN 9788571931602.

803CIV – Geometria Analítica

DISCIPLINA 803CIV

CARGA HORÁRIA: 80h

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BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo: Pearson Education, 2012. 543 p., 28cm. ISBN 9788587918918.

STEINBRUCH, Alfredo. Geometria Analítica. 2a ed., São Paulo: McGraw-Hill, 1987.

WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CAROLI, Alésio de; CALLIOLI, Carlos A.; FEITOSA, MIGUEL O. Matrizes vetores geometria analítica: teoria e exercícios. 17.ed. São Paulo: Nobel, 1986. 166 p., 25 cm. ISBN 8521304064.

CORRÊA, Paulo Sérgio Quilelli. Álgebra linear e geometria analítica. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. 327 p., 25cm. ISBN 8571931283.

DUARTE JÚNIOR, Durval. Matrizes e sistemas algébricos em engenharia. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. 280 p., 23cm. ISBN 9788573936452.

JULIANELLI, José Roberto. Cálculo vetorial e geometria analítica. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. 295 p., 23cm. ISBN 9788573936698.

LORETO, Ana Célia da Costa; LORETO JUNIOR, Armando Pereira. Vetores e geometria analítica. 3. ed. São Paulo: LCTE, 2011. 183 p., 21cm. ISBN 9788598257044.

801CIV – Cálculo Diferencial e Integral I

DISCIPLINA 801CIV

CARGA HORÁRIA: 80h

EMENTA DA DISCIPLINA

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BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA 

THOMAS, George B. Cálculo. 11ª. Ed., São Paulo: Editora Pearson, 2008, v.1.

LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. Tradução de Cyro de Carvalho Patarra. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v. 1. 683 p., 28cm. ISBN 8529400941.

STEWART, James. Cálculo. Tradução de Helena Maria Ávila de Castro. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. v. 1. 535 p., 28cm. ISBN 9788522106608.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR            

BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo, Pearson Makron Books, 2006, v.1

CASTILHO, Flávio Freitas. Cálculo para cursos de engenharias: uma abordagem computacional. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2011.

HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo. Tradução de André Lima Cordeiro et al. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. v. 1 e 2.

AYRES JÚNIOR, Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo diferencial e integral. Tradução de Antônio Zumpano. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 704 p., il., 24cm. (Schaum). ISBN 853460200.

Curso de Extensão – Entendendo Funções Polinomiais

Começa nesta quarta-feira, dia 06/08/14, o Curso de Extensão sobre Funções Polinomiais, ofertado pelo curso de engenharia civil da UniBrasil.

O curso acontece neste mês de agosto e tem como proposta tentar entender o “porque” da dificuldade, encontrada em alunos de primeiro período dos cursos de engenharia das mais diversas Instituições de Ensino Superior do país*, com o traçado de retas e parábolas, habilidades estas de extrema importância para iniciar o estudo sobre limites, derivadas e integrais, apresentados nas disciplinas de cálculo dos cursos de engenharia.

O estudo de funções é um conteúdo ministrado no ensino médio, de acordo com o site da Secretaria de Educação do Estado do Paraná .

O questionamento inicial, que gerou a ideia de montar este curso, foi “a utilização de um software, no caso o Maple, poderia auxiliar o aluno a visualizar as retas e parábolas e assim, associar o gráfico às suas funções?” A partir disso, o curso partiu para um proposta um pouco diferente. Foi montado com a preocupação de explicar o que é uma função, exemplificar e passar um tempo maior do que o disponível nas aulas de cálculo tratando destes conceitos. Ao final, os alunos irão até o laboratório para exercitar o que fizeram em sala nos computadores.

O curso tem duração de 20 horas e será ministrado nas quartas e sextas- feiras, das 17h10 as 18h50, pela coordenadora do curso e professora, Adriana Tozzi.

 

Reportagem Gazeta do Povo

Revista Educação UOL

Portal O Setor Elétrico

 

Jornada Acadêmica 2014-1 – Palestra

A discussão em torno da existência ou não de uma bolha imobiliária no Brasil não é recente e tem gerado muita polêmica em terras tupiniquins. A elevação no preço dos imóveis nos últimos seis anos tem servido de combustível para o debate entre os profissionais que defendem e os que negam a existência deste fenômeno.

Mas quais seriam os fatores responsáveis por descolarem os preços dos imóveis da realidade brasileira? Seria a especulação, gerada pela crença de que estes valores subirão infinitamente? Ou a demanda? Ou ainda causas estruturais, relacionadas a correção dos custos de terrenos e da construção civil?

Para Paulo Safady Simão, engenheiro e presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a escalada dos preços dos imóveis é resultado, principalmente, da demanda de mercado. Segundo o engenheiro, as famílias brasileiras apresentam, atualmente, nível de renda superior ao de anos anteriores e podem desfrutar de acesso facilitado ao crédito. O engenheiro ainda afirma “O mercado imobiliário brasileiro está saudável, maduro”.

Será?

Robert Shiller, um dos vencedores do prêmio Nobel de Economia, esteve no segundo semestre de 2013 no Brasil e fez um alerta: existe sim a possibilidade de existir bolha imobiliária por aqui. Os preços subiram além da inflação e, quando isto acontece, deve-se investigar até aonde a demanda é real. “Crédito concedido sem critérios cria uma falsa demanda que sustenta a escalada de preços, mas que em algum ponto não se sustenta, revertendo de forma violenta a curva dos preços” afirma o professor João da Rocha Lima da USP.

Para trazer a discussão aos alunos do curso de engenharia civil da UniBrasil, a Escola de Engenharia promove, no dia 14/05, as 19h00, a palestra “Economia: Cenário brasileiro atual”, ministrada pelo economista Wilhelm Meiners no Auditório Cordeiro Clève. Esta palestra é a primeira de um ciclo, planejado pela coordenação do curso de engenharia civil e que tem como propósito contribuir para o “Desafio de Engenharia” do segundo semestre, com data programada para o mês de outubro.

O desafio do segundo período do curso, ao contrário do ofertado para os alunos de primeiro período, que envolveu a construção de Máquinas de Rube Goldberg expostas no dia 12/04, será a apresentação de um Seminário de tema “Bolha Imobiliária: Mito ou Realidade?”.

 

Adriana Tozzi

Coordenadora do curso de engenharia civil da UniBrasil

Atividades Complementares

O curso de Engenharia Civil da UniBrasil tem seu PPC – Planejamento Pedagógico do Curso desenvolvido com base nas diretrizes curriculares nacionais para os cursos de
graduação em Engenharia, dispostas  na Resolução do CNE/CES 11, de 11 de março de 2002.

Na grade curricular do curso, existe um item chamado Atividades Complementares. Ao total, cada aluno deve cumprir 240 horas de atividades complementares ao longo do curso, que poderão ser realizadas em quatro grupos diferentes de atividades:

A– Atividades Complementares de Ensino;
B – Atividades Complementares de Pesquisa;
C – Atividades Complementares de Extensão;
D – Atividades Complementares de Exercício da Profissão.

A carga horária registrada de atividades em cada grupo não deverá ultrapassar 1/3 da carga horária total das atividades complementares, implicitamente, deverá o aluno cumprir carga horária em diferentes grupos atendendo a natureza da atividade complementar.

São consideradas Atividades Complementares de Ensino:

  • Os cursos de língua estrangeira, comprovados por certificado de instituição reconhecida contendo, CNPJ, nota de aprovação, período de realização e carga horária cursada;
  • As disciplinas cursadas nas Faculdades Integradas do Brasil em período concomitante à matrícula regular do aluno com aprovação, que não integram a matriz curricular do curso de Engenharia Mecânica;
  • As disciplinas cursadas em outras IES em período concomitante à matrícula regular do aluno nas Faculdades Integradas do Brasil com aprovação, que não integram a matriz curricular do curso de Engenharia Mecânica;
  • A monitoria, comprovada por certificado.

São Atividades Complementares de Pesquisa:

  • A iniciação científica ou a participação em grupos de pesquisa nas Faculdades Integradas do Brasil ou de outras IES;
  • A publicação realizada em revistas científicas (QUALIS A/B) com (80 horas por publicação), ou a publicação realizada em anais de eventos científicos ou profissionais (40 horas por publicação), ou a publicação realizada em meios de comunicação (20 horas por publicação).

São Atividades Complementares de Extensão:

  • As palestras, conferências, aulas-magnas, mesas-redondas, debates, visitas técnicas, encontros, seminários, jornadas, simpósios, congressos e cursos realizados nas Faculdades Integradas do Brasil ou fora dela, desde que promovidos ou organizados por universidades, organizações profissionais ou de pesquisa reconhecidas (CNPq/CAPES/CREA/outros);
  • Os projetos de responsabilidade social e as ações de extensão junto à comunidade.

São Atividades Complementares de Exercício da Profissão:

  • O estágio não obrigatório remunerado (ENOR);
  • O trabalho remunerado na área de atuação do curso.

CONTROLE: O controle da realização das Atividades Complementares é feito pela Coordenação do Curso e pelos orientadores específicos de atividades complementares. O acadêmico protocola seus certificados e/ou documentos, comprovando a realização de Atividades Complementares e Sociais, na Central de Atendimento do Aluno. Esta encaminha os documentos para a coordenação do curso, que analisa e, após validá-los, registra as horas de participação em software específico, capaz de controlar e emitir relatórios.

Os documentos comprobatórios são anexados a uma pasta individual na secretaria geral. Em relação às atividades desenvolvidas e promovidas pela IES, existe o controle de presença e participação e as horas são registradas automaticamente para integralizar o currículo do acadêmico.

Orientações sobre Física 1

Prezados alunos:

A avaliação da disciplina de Física 1, para o primeiro bimestre, será realizada da seguinte maneira:

a) Lista 01 – assunto: movimento unidimensional – valor: 1,0 ponto

Acesse: lista_fisica_1

b) Lista 02 – assunto: Grandezas Físicas e suas medidas – valor: 1,0 ponto

Acesse: lista_fisica_2

c) Trabalho – valor: 2,0 pontos

Acesse: trabalho_fisica

d) Prova Bimestral – valor: 6,0 pontos

Conteúdos: Grandezas físicas e suas unidades, Movimento unidimensional: velocidade média e velocidade instantânea, aceleração média e aceleração instantânea, deslocamento e distância, cálculo de velocidade instantânea e aceleração instantânea pelo cálculo.